Cartão de crédito e juros. O que os bancos não querem que você saiba?

Camila Lemos Ribeiro
Camila Ribeiro Advogado
23/01/2026 5 minutos de leitura

Resumo do Vídeo

Muita gente chega com vários cartões estourados e sem saber por onde começar. Vários cartões de crédito, de bancos diferentes, todos acumulando juros que crescem numa velocidade impossível de acompanhar. Quando chega até nós, o ponto de partida é sempre o mesmo: organizar o caos. Separar cada cartão, entender como os juros foram aplicados, identificar o que é cobrança legítima e o que extrapola os padrões do mercado. Em alguns casos, essa revisão revela valores pagos a maior, até mesmo em contratos já quitados há anos. O objetivo não é criar conflito com o banco, mas restabelecer equilíbrio onde ele foi perdido. A Garrastazu Advogados possui mais de 25 anos de experiência e atua em diversas áreas do Direito, inclusive no Direito Civil e Bancário.

Para mais informações acesse nossa página.

Transcrição do Vídeo

A primeira questão que fazemos aqui é
analisar as dívidas de cartão de crédito
de cada cliente. Geralmente eles chegam
até nós cheio de dívidas de cartões de
crédito, vários cartões de vários bancos
e a gente separa nessa caixinha de o que
ele deve em relação aos cartões de
crédito. Então o que que a gente faz? a
gente consegue acessando o consumidor.
Fazer uma reclamação perante a
instituição. A instituição vai ter 15
dias para dar o retorno e nesse momento
a gente consegue ter uma brecha para
renegociar aquela dívida. Então a gente
consegue em alguns bancos inclusive
reduzirem até 40% as dívidas de cartões
de crédito desses clientes.
E o auxílio da plataforma é ótimo porque
realmente pelo próprio Banco Central, os
juros de cartão de crédito, eles
realmente são um dos maiores do mercado.
A própria plataforma nos ajuda a
renegociar diretamente com o banco. E
outro ponto importante é a questão dos
empréstimos pessoais, que é concedido
para pessoas físicas e aí ele é separado
em classes diferentes, né? Ele existe o
empréstimo pessoal consignado, que ele é
concedido para aposentados e
pensionistas do INSS e também para
servidores públicos. E existe também um
empréstimo não consignado, que no caso
ele é concedido para pessoas que
trabalham de forma CLT, tem outras
formas de renda e o desconto dele é
feito direto na conta corrente, ou ele é
pago por boleto bancário ou Pix, enfim,
outras formas de pagamento que não seja
aquela consignada direto no
contra-cheque do funcionário público ou
do pensionista, porque essa modalidade
ela dá previsibilidade pro banco. Então,
a partir do momento que o funcionário
público e o aposentado, por exemplo, ele
tem uma estabilidade do salário e uma
previsibilidade quase que certa que ele
terá aquela renda todos os meses, essa
modalidade ela determina um juros muito
mais baixo, assim como as outras formas
de pagamento, elas se tornam juros um
pouco mais altos. Enquanto que na
modalidade de consignado para
aposentados e pensionistas, os juros ele
gira em torno de 1,5 a 2 e pouquinho,
para pessoas que não trabalham com essa
estabilidade, os juros eles se ele gira
em torno de 4,5 a 5 e pouquinho. Só que
o problema disso é que na prática a
gente vê acontecendo totalmente
diferente. A gente vê pessoas que são
funcionárias públicas ou aposentadas
pagando juros de 3 4% ao mês. Assim como
a gente vê pessoas que t a modalidade
não consignada, né, que não dão essa
previsibilidade pro banco, não são
funcionárias públicas, por exemplo,
pagando juros de 8, 10% ao mês. Então,
essas pessoas na verdade
ao final estão pagando três vezes mais.
quatro vezes mais do que elas realmente
deveriam pagar por aquele empréstimo. E
nesses casos, a gente consegue
tranquilamente ajuizar uma ação
revisional, rediscutindo os juros
aplicados ao contrato todo. Dependendo
de quanto você já pagou daquele
contrato, vai ter valores a receber,
porque inclusive nós conseguimos revisar
contratos já quitados, contratos de até
10 anos atrás, contratos que a pessoa já
contratou, já pagou inteiro. Então, se
ela tem esses contratos, se ela lembra
dessas contratações, ela pode entrar em
contato, ela pode procurar um auxílio
jurídico e analisar se naquele caso ela
pagou juros abusivos ou não, se daqui a
pouquinho ela teria uma expectativa de
valores a retornar para ela.
E isso é muito interessante, né? Então,
o cliente hoje ele não tem aquela
parcela mensal porque ele já quitou todo
o contrato, mas a gente consegue
resgatar valores que ele não deveria ter
pago para aquela instituição financeira.
Recentemente nós tivemos um caso em que
a cliente recebeu do banco R$ 40.000,
fez esse contrato de empréstimo e depois
de alguns anos, recalculando essa
dívida, limitando os juros aplicados ao
contrato, tirando a caracterização da
Mora, a gente conseguiu uma devolução de
R$ 90.000 para ela, porque nós fizemos
essa atualização de todos os valores que
ela pagou a mais e resgatamos de forma
atualizada. Hum.
Então, quando ela recebeu, nós
conseguimos obter esse valor de R$
90.000, R$ 1000, que ajudou ela,
inclusive a quitar outras dívidas que
ela tinha naquele momento. Então é bem
interessante fazer esse trabalho de
análise de cada contrato, de cada dívida
para conseguir, né, trazer o melhor
resultado pro cliente.

Advocacia Online e Digital
Acessível de todo o Brasil, onde quer que você esteja.

Enviar consulta

A qualquer hora, em qualquer lugar: nossa equipe está pronta para atender você com excelência.

Continue lendo: artigos relacionados

Fique por dentro das nossas novidades.

Acompanhe nosso blog e nossas redes sociais.

1
Atendimento via Whatsapp
Olá, qual seu problema jurídico?
Garrastazu Advogados
Garrastazu Advogados
Respondemos em alguns minutos.
Atendimento via Whatsapp
Sucesso!
Lorem ipsum dolor sit amet

Pensamos na sua privacidade

Usamos cookies para que sua experiência seja melhor. Ao continuar navegando você de acordo com os termos.

Aceito
Garrastazu

Aguarde

Estamos enviando sua solicitação...