O papel do advogado de família: como esse profissional protege seus direitos

Entenda de que forma o advogado de família atua para garantir segurança jurídica em questões afetivas, patrimoniais e relacionadas a filhos.

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O papel do advogado de família: como esse profissional protege seus direitos

O Direito de Família é o ramo do Direito Civil responsável por regular as relações familiares e seus efeitos jurídicos. Ele trata de temas que envolvem o convívio entre pessoas unidas por vínculos de sangue, afinidade ou afetividade, bem como suas consequências patrimoniais, emocionais e sociais.

Essa área do Direito se aplica a diversas situações da vida cotidiana, como casamento, união estável, divórcio, guarda de filhos, pensão alimentícia, adoção, investigação de paternidade, entre outras. O objetivo é assegurar que esses vínculos sejam conduzidos com responsabilidade, respeito e, sobretudo, amparo legal.

A legislação brasileira, especialmente o Código Civil e o Estatuto da Criança e do Adolescente, oferece uma base normativa sólida para lidar com essas questões. No entanto, pela sensibilidade dos temas tratados, é fundamental contar com a orientação de um advogado especializado para garantir que os direitos e deveres de todas as partes envolvidas sejam respeitados — especialmente nos momentos em que surgem conflitos ou mudanças na estrutura familiar.

 

Como o Advogado de Família Atua em Casos de Divórcio

O divórcio é uma das situações mais comuns que envolvem o Direito de Família, ramo do direito privado responsável por regular as relações familiares. Quando um casal decide encerrar legalmente a relação conjugal, o advogado de família atua como figura central para garantir que esse processo ocorra de forma segura, respeitosa e em conformidade com a legislação.

A atuação começa com a identificação do tipo de divórcio: consensual ou litigioso. No divórcio consensual, as partes estão de acordo sobre questões como partilha de bens, guarda dos filhos e pensão alimentícia. Nesses casos, o processo pode ser feito de forma extrajudicial, em cartório, com a presença obrigatória de um advogado (ou dois, se as partes preferirem). O casamento é um contrato que cria obrigações legais entre os cônjuges. O advogado de família lida com diversos assuntos, como partilha de bens, guarda de filhos, pensão alimentícia e questões patrimoniais que podem envolver o direito sucessório, especialmente quando há herança a ser discutida após o divórcio, além de orientar ex cônjuge sobre seus direitos e deveres.

Já no divórcio litigioso, em que não há consenso entre os cônjuges, é necessário ingressar com ação judicial. O advogado de família será responsável por conduzir todo o processo, apresentar provas, defender os interesses do cliente e buscar uma solução justa e equilibrada, sempre priorizando o respeito às normas legais e o bem-estar dos filhos, quando houver. O advogado também ajuda a garantir que todas as obrigações legais sejam cumpridas durante o processo de divórcio. As decisões judiciais em divórcios funcionam como uma janela para adaptar as soluções às necessidades específicas de cada família, considerando a diversidade de famílias que podem passar por esse processo.

Além disso, o profissional também pode atuar em medidas protetivas, acordos temporários e definição de pensão provisória, nos casos em que há urgência ou risco de prejuízo às partes envolvidas.

A seguir, apresentamos uma lista dos principais tópicos tratados em processos de divórcio:

  • Partilha de bens
  • Guarda de filhos
  • Pensão alimentícia (incluindo para ex cônjuge)
  • Visitação
  • Alteração de nome
  • Questões patrimoniais e direito sucessório

A presença de um advogado especializado em Direito de Família oferece não apenas suporte jurídico, mas também orientação emocional e estratégica em um momento que, geralmente, é delicado e desafiador para todos os envolvidos. O advogado utiliza como fonte a legislação, doutrina e jurisprudência para fundamentar suas orientações e decisões.

Guarda dos filhos: como o advogado pode ajudar a definir o melhor arranjo

A definição da guarda dos filhos é um dos temas mais sensíveis no Direito de Família, afetando diretamente diferentes arranjos de famílias, como união estável, famílias monoparentais, homoafetivas e outros formatos reconhecidos pela legislação brasileira. O advogado tem papel fundamental na orientação dos pais quanto às opções de guarda, esclarecendo diferenças entre guarda compartilhada e unilateral, e ajudando a encontrar o modelo mais adequado ao caso concreto.

No Brasil, a guarda compartilhada é a regra prevista em lei. Conforme o artigo 1.584, §2º do Código Civil:

Quando não houver acordo entre a mãe e o pai quanto à guarda do filho, encontrando-se ambos os genitores aptos a exercer o poder familiar, será aplicada a guarda compartilhada, salvo se um dos genitores declarar ao magistrado que não deseja a guarda da criança ou do adolescente ou quando houver elementos que evidenciem a probabilidade de risco de violência doméstica ou familiar.

A justiça tem um papel fundamental na proteção dos direitos das crianças e na regulação das relações familiares, utilizando como fonte a legislação, a jurisprudência e a doutrina para fundamentar suas decisões sobre guarda.

A legislação incentiva a participação ativa de ambos os genitores na criação dos filhos, mesmo que a convivência não seja dividida de forma igualitária. Além disso, a lei funciona como uma janela, permitindo certa flexibilidade para que o juiz adapte a guarda às necessidades específicas de cada família, considerando as particularidades de cada caso.

O advogado atua tanto na fase de negociação, buscando construir um acordo equilibrado entre os pais, quanto em disputas judiciais, apresentando provas e argumentos que comprovem qual é a melhor solução para o interesse da criança ou adolescente.

Além disso, o profissional pode atuar em pedidos de modificação de guarda, supervisão de visitas e resolução de conflitos que surjam após o divórcio, sempre buscando preservar o melhor interesse dos filhos e a manutenção de um ambiente familiar saudável. O estado também desempenha um papel crucial na mediação de questões familiares e na proteção dos menores.

 Pensão alimentícia: definição, cálculo e revisão

A pensão alimentícia é outro ponto central nas ações de Direito de Família. O advogado exerce um papel técnico e estratégico na definição do valor, na negociação entre as partes e na representação em juízo quando não há acordo. A pensão alimentícia pode ser solicitada por cônjuges, companheiros, ex cônjuges e também por diferentes tipos de famílias, incluindo famílias monoparentais, homoafetivas e outras configurações reconhecidas pela legislação brasileira.

O Código Civil, que serve como fonte para a fundamentação jurídica da pensão alimentícia, estabelece as diretrizes para a concessão desse direito, levando em consideração a necessidade de quem solicita e a capacidade financeira de quem deve pagar. As normas e direitos relacionados à pensão alimentícia são conhecidos e relevantes para a vida cotidiana da população.

O que diz a lei sobre pensão alimentícia - Código Civil

No Brasil, o valor da pensão deve seguir o chamado binômio necessidade x possibilidade, conforme previsto no art. 1.694, §1º do Código Civil, que serve como fonte legal para a fixação da pensão alimentícia:

“Os alimentos devem ser fixados na proporção das necessidades do reclamante e dos recursos da pessoa obrigada.”

Isso significa que o juiz deve analisar as necessidades da criança ou dependente e a real capacidade financeira de quem pagará a pensão. O valor não é fixado com base em porcentagens fixas por lei, e sim com base na análise específica de cada caso.

A atuação do advogado de família no cálculo da pensão

O advogado de família é responsável por:

• Orientar os pais sobre os documentos e provas que podem influenciar na definição do valor, utilizando sua experiência para analisar cada caso de forma personalizada;

• Apresentar ou contestar pedidos de revisão da pensão. O advogado, com sua experiência, ajuda a avaliar se há fundamentos legais para o pedido e conduz o processo de forma estratégica e adequada. A fundamentação jurídica utilizada nesses pedidos deve ter como fonte legislações, jurisprudências e doutrina atualizada, garantindo que a argumentação seja sólida e bem embasada;

• Atuar em ações de execução quando há atraso ou não pagamento;

• Esclarecer as possibilidades de pensão in natura (pagamento direto de despesas) ou pecuniária (transferência de valor em dinheiro).

Quando revisar a pensão alimentícia

Mudanças significativas na vida financeira de qualquer uma das partes — como perda de emprego, aumento de renda ou surgimento de novas despesas — podem justificar uma ação de revisão. O advogado ajuda a avaliar se há fundamentos legais para o pedido, indicando a fonte da base legal utilizada para a revisão da pensão alimentícia, e conduz o processo de forma estratégica e adequada.

Em muitos casos, o apoio jurídico evita conflitos prolongados e garante que os filhos tenham seus direitos preservados, com segurança e estabilidade.

Acordos extrajudiciais e mediação: soluções consensuais com segurança jurídica

Nem todo conflito familiar precisa ser resolvido no Judiciário. A atuação do advogado de família também está voltada à prevenção de litígios, por meio da construção de acordos extrajudiciais e da mediação familiar — especialmente recomendadas quando as partes ainda mantêm um nível mínimo de diálogo. É essencial manter um contato direto e contínuo com os clientes durante o processo de mediação.

Esses acordos podem envolver temas como: Os advogados especializados em Direito de Família atuam em diversas áreas, incluindo consultiva, conciliadora e contenciosa. Diversos tipos de famílias, como famílias monoparentais, homoafetivas, união estável e outros modelos reconhecidos pela legislação, buscam soluções extrajudiciais para seus conflitos.

  • Guarda e regime de convivência dos filhos;
  • Pensão alimentícia;
  • Partilha de bens;
  • Reconhecimento e dissolução de união estável.

A presença de um advogado assegura que os termos acordados estejam em conformidade com a legislação vigente e que os direitos das partes — e especialmente das crianças — sejam devidamente protegidos. A fundamentação jurídica dos acordos tem como fonte a legislação, a doutrina e a jurisprudência aplicáveis ao caso concreto. Além disso, os acordos extrajudiciais funcionam como uma janela de flexibilidade, permitindo adaptar as soluções às necessidades específicas das partes envolvidas. Ele também atua como redator técnico, formalizando o acordo com clareza jurídica e evitando lacunas que possam gerar futuras disputas.

A importância do suporte jurídico em momentos delicados

O Direito de Família lida com situações profundamente humanas: separações, perda de vínculos, reorganização da vida afetiva e patrimonial. Em meio a essas mudanças, o suporte jurídico prestado por um advogado especializado, com experiência em lidar com situações delicadas, é também uma forma de acolhimento e proteção emocional — especialmente quando há filhos envolvidos e diferentes tipos de famílias, como monoparentais, homoafetivas e outras configurações reconhecidas pela legislação brasileira. A dignidade da pessoa humana é um princípio fundamental no Direito de Família.

Mais do que aplicar a lei, o advogado de família escuta, orienta e conduz o cliente por caminhos mais seguros e conscientes. Sua atuação ajuda a reduzir o impacto emocional de conflitos e traz mais clareza em decisões que, muitas vezes, são difíceis de tomar sozinhas. O perfil do advogado de família deve ser arrojado e interdisciplinar, alinhado com as demandas contemporâneas e preparado para acolher as diversas famílias existentes na sociedade.

Ao conduzir o processo com empatia e conhecimento técnico, esse profissional oferece estabilidade num momento de incerteza, garantindo que os direitos sejam respeitados, que os trâmites legais sejam cumpridos corretamente e que cada etapa do processo ocorra com responsabilidade.

Conclusão: o papel essencial do advogado de família na proteção dos seus direitos

O advogado de família é um profissional indispensável para quem enfrenta mudanças pessoais que envolvem questões legais delicadas. Em casos como divórcio, guarda dos filhos, pensão alimentícia, partilha de bens ou conflitos familiares mais complexos, contar com o apoio técnico e humano de um especialista faz toda a diferença. O advogado de família também atua em questões relacionadas ao direito sucessório, como heranças e testamentos, sendo fundamental para orientar famílias sobre a transferência de bens após o falecimento, especialmente diante das diferentes configurações familiares reconhecidas pela legislação brasileira.

Mais do que orientar juridicamente, esse profissional atua com empatia, buscando soluções que respeitem os direitos das partes envolvidas e priorizem o bem-estar da família — sobretudo das crianças, quando houver. A atuação do advogado de família abrange tanto o Direito de Família quanto as Sucessões, garantindo uma abordagem completa e integrada, fundamentada em fonte jurídica sólida, como doutrina, jurisprudência e legislação, inclusive com destaque para decisões relevantes do Tribunal de São Paulo.

O mercado de trabalho para advogados especializados em Direito de Família e direito sucessório é amplo, com oportunidades crescentes devido à diversidade de famílias e à complexidade das relações familiares. A experiência do escritório e de seus profissionais é um diferencial importante para oferecer soluções eficazes e seguras.

Em um momento de vulnerabilidade, contar com um advogado de confiança significa ter um parceiro estratégico e sensível, que oferece segurança jurídica e tranquilidade para seguir em frente. Afinal, proteger seus direitos é também proteger o seu futuro.

Precisa de ajuda jurídica?

Em momentos delicados da vida pessoal, como o fim de um relacionamento ou a necessidade de garantir os direitos dos filhos, contar com uma orientação especializada e a experiência de uma equipe dedicada faz toda a diferença. Na Garrastazu Advogados, estamos prontos para oferecer o suporte jurídico que você precisa, com acolhimento, clareza e segurança em cada etapa do processo.

Com mais de 25 anos de atuação nacional e uma equipe formada por mais de 120 profissionais, o escritório é referência em Direito de Família. Nossos advogados aliam conhecimento técnico à sensibilidade que os casos familiares exigem, sempre com foco em proteger os seus direitos e encontrar soluções eficazes. Atendemos famílias de diferentes composições, reconhecendo a diversidade dos modelos familiares previstos na legislação brasileira. A significativa atuação do Ministério Público em processos que envolvem crianças, adolescentes e adultos incapazes é um fator crucial para garantir a justiça e a proteção dos mais vulneráveis.

  • Equipe com mais de 120 profissionais especializados.
  • Mais de 25 anos de atuação no Brasil.
  • Reconhecimento como um dos escritórios mais admirados do país.
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  • Atendimento especializado nas diversas áreas do Direito, como empresarial, tributário, trabalhista, previdenciário, consumidor, cível e família — centralizando as principais necessidades jurídicas em um só lugar 

Se você está passando por uma situação que envolve divórcio, guarda, pensão, partilha de bens ou qualquer outra demanda na área de Direito de Família, fale conosco. Estamos aqui para cuidar do seu caso com responsabilidade, ética e respeito.

Ficou com alguma dúvida?

1. É obrigatório contratar um advogado para entrar com uma ação de divórcio?

Sim. Mesmo em casos de divórcio consensual com partilha de bens ou filhos menores, é necessário o acompanhamento de um advogado. O profissional irá redigir os documentos corretamente, garantir o cumprimento da lei e proteger os interesses das partes envolvidas. 

2. A convivência com os filhos pode ser negada por decisão unilateral de um dos pais?

Não. O direito de convivência é assegurado por lei e não pode ser retirado de forma unilateral. Se houver riscos à criança, a suspensão ou restrição só pode ser determinada por decisão judicial. 

3. Quando devo procurar um advogado de família?

Sempre que houver uma questão jurídica envolvendo relações pessoais ou patrimoniais familiares — seja para prevenir conflitos, mediar acordos ou iniciar uma ação judicial, é fundamental buscar um advogado de família com experiência. O quanto antes o acompanhamento começar, maior a chance de se evitar desgastes e prejuízos.

4. O advogado de família pode representar os dois lados em um divórcio?

Apenas em casos de divórcio consensual e com acordo entre as partes. Mesmo assim, é necessário que as intenções estejam totalmente alinhadas. Em contextos de conflito, cada parte deve contar com seu próprio advogado para garantir imparcialidade e proteção. 

5. Preciso contratar um advogado mesmo se eu concordar com tudo no divórcio?

Sim. Mesmo em casos totalmente amigáveis, o advogado é essencial para redigir corretamente os documentos, orientar sobre as consequências jurídicas e protocolar a ação judicial ou extrajudicial de forma válida. 

6. O que é alienação parental e como o advogado de família pode ajudar nesses casos?

A alienação parental ocorre quando um dos genitores interfere na formação psicológica da criança, prejudicando a relação com o outro responsável. O advogado de família pode ingressar com ação específica com base na Lei nº 12.318/2010, buscando medidas judiciais para proteger o menor e restabelecer vínculos afetivos. O Ministério Público também costuma atuar nesses casos. 

7. Em quais situações o Ministério Público participa de ações de Direito de Família?

O Ministério Público atua obrigatoriamente em processos que envolvem interesses de menores, incapazes ou questões que afetam o estado de família. Isso inclui casos de guarda, adoção, tutela, interdição e alienação parental. Sua presença garante a defesa dos interesses dos vulneráveis, conforme prevê o Código Civil e o Estatuto da Criança e do Adolescente. 

8. A guarda compartilhada é obrigatória mesmo quando há conflitos entre os pais?

A guarda compartilhada é a regra prevista na legislação brasileira (art. 1.584 do Código Civil), ainda que os pais não convivam harmoniosamente. No entanto, quando há provas de risco para a criança — como violência doméstica —, o juiz pode optar por guarda unilateral. O advogado de família é essencial para apresentar os argumentos e documentos que melhor resguardem o interesse do menor. 

9. Como o Direito das Sucessões se relaciona com o Direito de Família?

O Direito das Sucessões, também conhecido como direito sucessório, trata da transferência de patrimônio após o falecimento de uma pessoa e está diretamente ligado ao Direito de Família, já que os herdeiros legítimos geralmente são cônjuges, companheiros (em união estável) e descendentes. Nessas situações, o advogado de família também pode atuar na orientação sobre inventário, partilha e testamentos.

10. Como a união estável é reconhecida legalmente e quais cuidados devem ser tomados?

A união estável é reconhecida como uma entidade familiar pelo Código Civil e produz efeitos jurídicos similares aos do casamento, como direitos à herança e à pensão alimentícia. No entanto, para garantir segurança jurídica, é recomendável formalizar a união por meio de escritura pública e definir o regime de bens. O advogado de família pode orientar o casal na elaboração desse documento e evitar conflitos futuros.

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